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Estado e Municípios debatem medidas frente ao aterramento da Lagoa
Secretarias: GovernoData de Publicação: 3 de junho de 2011
No próximo dia 16, em Carapicuíba, prefeituras da região se reúnem com representantes do Governo Estadual para discutir garantias e compensações.
Na última terça-feira, 31 de maio, o Prefeito de Carapicuíba, Sergio Ribeiro e deputado estadual Isac Reis reuniram-se com o Secretário de Estado de Saneamento e Recursos Hídricos, Edson Giriboni e o Presidente do DAEE, Alceu Segamarchi Jr para tratar de medidas compensatórias para o município, em função da deposição da lama da calha do Rio Tietê, que terá início em breve, na Lagoa de Carapicuíba.
Os representantes do Governo e do DAEE se comprometeram a encaminhar o resultado das análises técnicas das amostras coletadas no Rio Tietê.
O prefeito Sergio Ribeiro reivindicou a elaboração do projeto de cronograma de mudança das famílias da área próxima à Lagoa, estabelecendo prazos e localização de suas novas moradias. Como medidas compensatórias para o município, uma das reivindicações apresentadas foi a imediata canalização do córrego da Pedreira.
Foi firmado compromisso de que os caminhões não passarão pelo perímetro urbano de Carapicuíba. Para preservar a população, será utilizada uma passagem de acesso direto do Rodoanel em direção à Lagoa. Em caso de haver necessidade do motorista transitar pela cidade, será ofertada condução específica para essa finalidade, evitando a circulação dos caminhões.
Ficou marcado novo encontro para dia 16 de junho, às 10 horas, no auditório da ETEC/FATEC de Carapicuíba, com a participação de representantes das Prefeituras de Osasco, Carapicuíba e Barueri, junto com representantes de órgãos estaduais, como a Secretaria Estadual de Recursos Hídricos, DAEE e Cetesb.
Na ocasião serão debatidas adequações necessárias para a execução do Projeto, além das contrapartidas a serem estabelecidas para os municípios, inclusive Carapicuíba.
Um dos problemas apontados pelo prefeito Sergio Ribeiro, que deverá ser debatido na próxima reunião, é a respeito da utilização da área da Lagoa depois de aterrada. “No momento, fala-se sobre a construção de um novo parque, mas já temos o Parque da Lagoa em fase de conclusão. Ele é uma é medida compensatória em razão dos resíduos das obras do rebaixamento da calha do Rio Tietê no período de 2002 a 2006, além de transporte de solo da Estação Faria Lima do Metrô, em 2009”, enfatizou.
Propostas como a criação de um Porto Seco, um centro de logística, entreposto do CEAGESP, ou um Centro de Convenções nos moldes do Anhembi, são algumas das possibilidades de utilização, em discussão para a área após o aterramento.
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